Pesquisa Genial Care e Revista Autismo

Pesquisa nacional da Genial Care e Revista Autismo pretende entender as necessidades do cuidador de uma criança com autismo

Pesquisa Genial Care e Revista Autismo

Quando uma pessoa se torna cuidador responsável por uma criança no espectro do autismo – ou mesmo de uma com suspeita de autismo – é comum que volte todas as atenções para ela. Essa atitude é até esperada, uma vez que a criança vai precisar de apoio para se desenvolver em alguns aspectos. Mas onde fica o cuidador nesta história? Quais são suas principais necessidades, inseguranças? Quais as suas potencialidades, como elas podem ser usadas e, principalmente, como podem ajudar nesse processo? É isso que o novo estudo da Genial Care, em parceria com a Revista Autismo, quer descobrir! 

Por meio desta pesquisa, queremos descobrir, entre outras coisas, em que você mais precisa de ajuda. A resposta a esta pergunta não é simples, porque costumamos achar que nossas dificuldades são normais e não refletimos sobre elas. Por isso, queremos que você:

  • entenda suas prioridades;
  • descubra suas potencialidades – o que também pode ajudar outros pais, mães e cuidadores.

Entendemos que o desenvolvimento de uma criança com autismo está diretamente relacionado aos seus cuidadores. Afinal de contas, são eles que passam a maior parte do tempo com ela. Por que estamos fazendo isso? É simples. Porque sabemos que, assim como seu filho(a), você também é singular e consegue se tornar um agente de transformação na vida dele(a). 

Além disso, acreditamos que toda essa construção deve ser feita em conjunto, e por meio da escuta de quem mais entende do seu filho(a): você. Essa é a principal razão para convidarmos você a participar de nosso estudo. Acesse pelo link (https://bit.ly/3ikLT5n) para responder.

Acesse a pesquisa por este QR-code usando a câmera de um celular ou clicando aqui.

Todos podem e merecem aprender

Se uma criança – seja ela típica ou atípica – não consegue aprender, você precisa mudar sua forma de ensinar. O mais importante nesta etapa é entender o que a torna única e como direcionar o aprendizado para que ele seja algo prazeroso e fácil. Pode parecer difícil, a gente sabe. Além disso, as pesquisas que você já fez e tudo que estudou o condicionam a pensar que somente um super especialista no assunto pode ajudar. Claro que sabemos que os profissionais são extremamente importantes nesse processo, mas queremos uni-lo a experts no autismo e garantir que você também se torne um. 

Para começar esse processo, você precisa responder a três perguntas: 

1 – Quais são suas principais necessidades? São elas que vão direcionar por onde começar todo trabalho e ajudar a classificar o que é mais urgente, e o que pode esperar. 

2 – Quais são as habilidades da criança? Quando recebem o diagnóstico de autismo, muitos cuidadores tendem a pensar somente naquilo que a criança não sabe. Mas um ponto importante para ensinar é justamente saber as habilidades que ela já tem. 

3 – Qual seu contexto familiar? O que muitas famílias não percebem é que as condições de tratamento e educação muitas vezes estão ligadas ao próprio contexto familiar.

Um estudo feito em conjunto

Queremos transformar a vida de crianças com autismo e suas famílias, e escolhemos o Brasil como nosso ponto de partida para criarmos serviços e ferramentas que ajudarão a entender como você pode ensiná-lo a alcançar o caminho para a independência e a autonomia. 

Por isso nos unimos à Revista Autismo, que também terá acesso aos resultados deste estudo e, juntos, vamos encontrar o espaço ideal para crescer. Colabore você também respondendo à pesquisa e compartilhando este link: https://bit.ly/3ikLT5n.

Aproveite e responda também a pesquisa da OMS para autistas e suas famílias.

>> Link para a pesquisa: https://bit.ly/3ikLT5n


A Genial Care é uma nova empresa que quer co-criar junto às famílias o padrão de cuidado para crianças com autismo em todo Brasil, capacitando famílias e cuidadores para que todas essas crianças encontrem o melhor caminho possível para seu desenvolvimento.

Ícone: peça de quebra-cabeça - Revista Autismo

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