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Por que nos prendemos a velhas perspectivas? PDF Imprimir E-mail
Artigos e Notícias - Artigos
Escrito por Elaine Cristina Marabita Savian   
Seg, 01 de Novembro de 2010 13:47
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Por Elaine "Lelê" Marabita

Paulo Freire ressaltava que educar não é aplicar conteúdos na cabeça das crianças, assim como se faz depósitos em contas bancárias.

È preciso superar a ideia de que o professor é o detentor dos saberes contidos em matérias fechadas e pré-determinadas, e o aluno,
o dono de uma cabeça vazia, oca, que acomoda tudo dentro dela.

Depois de Piaget, Vygotsky e outros, aprendemos que o conhecimento se forma depois de um processo longo de trocas, assimilações, adaptações e elaborações, influenciado por todos os aspectos humanos do entorno -- ambiente, cultura, condições materiais, emocional, interação social (ver Goleman).

Queremos que nossas crianças aprendam, mas muito mais, queremos que formem habilidades de cidadania, senso crítico e do sentido de ética e estética. Eu ainda nao entendo por que, após nos depararmos com o TEA (transtorno do espectro autista), se faz uma previsão de que essas crianças são incapazes ou são possuidoras de deficiência mental debilitante, que as mantem tão impossibilitadas de aprender!Temos que rever essa previsão teórica urgente!

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Conversando com pais de filhos pequenos PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Haydée Freire Jacques   
Seg, 25 de Outubro de 2010 16:44
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Por Haydée Freire Jacques

Sou mãe de dois rapazes e meu filho caçula é autista. Foi diagnosticado aos 18 meses, como um caso clássico de autismo. Atualmente ele está com 19 anos, um adolescente, com tudo o que isso pode significar, para o melhor e para o pior.
Minhas preocupações em relação a ele são, portanto, muito relacionadas às necessidades da vida de rapazes jovens: baladas, happy hour, inclusão no mercado de trabalho e, por que não, garotas!
Cada faixa etária tem seus próprios desafios e, a meu ver, a fase de maior desgaste e ansiedade é, de longe, aquela que vai do diagnóstico até os 5 ou 6 anos.
Para início de conversa temos que passar pelo choque da realidade de um filho especial. Esse processo é difícil, é mais ou menos longo, e sempre doloroso.

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Como fazer o desfralde de autistas? PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Carolina Dutra Ramos   
Ter, 19 de Outubro de 2010 08:31
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 Por Carolina Dutra Ramos

 

O atraso de desenvolvimento presente no autismo dificulta a aquisição de habilidades, diferentemente de pessoas com desenvolvimento típico, que a medida que crescem desenvolvem maior independência de modo gradual e progressivo. Com isto, é necessário que seja ensinado às pessoas com autismo tudo, até mesmo o que parece uma habilidade simples que ao longo da vida aprende-se de forma espontânea, para eles tem que ser ensinada.

Um problema levantado pelos pais de pessoas com autismo é a dificuldade em tirar a fralda dos filhos.

Inicialmente, o mais importante para começar o desfralde de alguma criança com autismo é ter em mente que será necessário paciência, persistência e confiança, porque para obtermos sucesso no desfralde, é indicado iniciar quanto mais cedo possível, em torno de dois anos e meio e três anos de idade. E ao tomar a decisão de iniciar o desfralde, a fralda não deverá mais ser colocada novamente na criança em nenhum momento seja para dormir, passear de carro, ficar na escola.

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