Muotri reverte autismo clássico e discute parceria com Microsoft
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Trabalho foi anunciado no ano passado pela Revista Autismo. Atualmente o neurocientista discute uma parceria com a Microsoft.

 

neuronio

A revista eletrônica da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) "Com Ciência", especializada em jornalismo científico, noticiou ontem (19.jan.2012) a reversão de autismo clássico em neurônios (leia "Experimento consegue reverter autismo clássico em células") pela equipe do neurocientista Alysson Muotri — trabalho que já adiantamos na entrevista exclusiva à Revista Autismo, realizada no final de 2010, publicada na edição de abril de 2011. Porém os dados ainda não foram publicados.

 

Nesta tarde, em contato com a redação da Revista Autismo, Alysson confirmou os resultados dos experimentos com autismo clássico, que desta vez envolveu pacientes do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista. "Foi encontrado, inclusive um novo gene, o TRPC6, que nunca havia sido associado ao autismo”, disse Alysson, que trabalha na Universidade da Califoria, em San Diego (EUA). O neurocientista brasileiro ainda complementou: "Esse gene interage com o MECP2, o gene da Síndrome de Rett, revelando que tanto o autismo clássico como Rett dividem as mesmas vias moleculares".

 

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Tecnologia - Decifrando a sopa de letrinhas dos tablets
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iPad-foto-site

Por Murilo Queiroz

Na coluna anterior eu falei bastante do iPad e de como ele vem sendo usado por autistas, o que despertou bastante interesse e muitas perguntas. Hoje vou tentar esclarecer alguns pontos que vão ajudar a responder à mais frequente delas: “Qual tablet comprar?”.

Tablet

Primeiro precisamos definir o que é um tablet (palavra em inglês que significa “tabuleta” ou “prancheta” – e não “tablete”!). Um tablet é qualquer computador que seja composto apenas de uma tela do tamanho de um livro (ou maior) e que para ser usado não precise de teclado, mouse ou outros dispositivos de entrada tradicionais. Ao invés disso, é controlado por toques (dos dedos ou de uma pequena caneta) na tela.
É justamente não precisar de mouse, teclado ou inúmeros botões que torna os tablets tão intuitivos, e por isso muito interessantes, especialmente para autistas. Tocar diretamente as figuras ou arrastá-las com o dedo são tarefas extremamente simples, rapidamente assimiladas.
O tablet mais famoso do mundo é, sem dúvida, o iPad, fabricado pela Apple, mas existiram muitos antes dele (como o  Newton, produzido pela própria Apple em 1993 e considerado um fracasso!) e hoje há inúmeros modelos, de diferentes marcas e preços. Quase todos podem ser uma ferramenta interessante e divertida tanto para crianças com autismo quanto para o dia a dia de pais e cuidadores, e praticamente tudo que se fala sobre “iPad e Autismo” se aplica a esses outros tablets também.

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Brasil tem evento internacional de autismo em São Carlos
Monday, 09 January 2012 12:00
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(TEXTO ATUALIZADO com TODOS OS RELATOS DO EVENTO)

Universidade Federal do São Carlos, SP

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) realiza esta semana (de 9 a 14 de janeiro/2012) um evento internacional de autismo, o "São Paulo School for Advanced Science - Advances in Research and Treatment of Autistic Behavior" — Escola São Paulo de Ciência Avançada - Avanços na Pesquisa e no Tratamento do Comportamento Autista (ESPCA Autismo). O evento, todo em inglês, tem a participação de estudantes e pesquisadores de todo o mundo. (veja relatos das palestras no fim do texto)

 

“No Brasil, a área de autismo tem excelentes pesquisadores, mas que atuam isoladamente”, explicou o organizador do encontro, professor Celso Goyos, do Departamento de Psicologia da UFSCar. Segundo ele, uma das propostas das escolas avançadas promovidas pela FApesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) é apoiar áreas que precisam desse tipo de crescimento.

Last Updated on Monday, 16 January 2012 17:40
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Dia Mundial de Conscientização do Autismo 2012
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Já estamos preparando os eventos para o Dia Mundial de Conscientização do Autismo de 2012 (2/abril).

Veja o material que já temos para que você se una a nós e, todos, façamos um Dia Mundial do Autismo ainda maior que o de 2011 (veja como foi).

 

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Campanha para fazer mais uma edição da Revista Autismo
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Unidos, somos mais fortes!

Somos um grupo de pais de pessoas com autismo. Criamos a REVISTA AUTISMO, publicação GRATUITA, impressa (e online), de circulação nacional  e com 100% de voluntariado, sem ONG, sem empresa, sem governo e sem nenhum dinheiro -- veja detalhes aqui, se precisar, nos peça This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it .

E você pode efetivamente nos ajudar a continuar este projeto! Com qualquer quantia.

O autismo não é raro como muitos podem pensar, atingindo hoje nos EUA 1 a cada 110 crianças (veja reportagem da revista). No Brasil não temos estatísticas, mas estima-se que haja 2 milhões de pessoas com o transtorno do espectro do autismo (TEA). A síndrome é mais comum em crianças do que AIDS, câncer e diabetes juntos -- exatamente: juntos, somados!. E o tratamento quanto antes for feito, melhores os resultados.

O objetivo é levar informação de qualidade também a pais que não têm acesso à internet -- além, logicamente, de atingir os "pais conectados" e também profissionais e governos para que diminua-se o preconceito e crie-se políticas públicas para atender às famílias afetadas por essa síndrome.

Como ainda não conseguimos um patrocínio para continuarmos o projeto de forma constante e segura, estamos realizando uma campanha de doações para fazer mais uma edição da Revista Autismo -- a terceira edição, a número 2 (pois começamos na edição zero).

Leia o texto completo e nos ajude
 
Revista Autismo ganha versão para Kindle na Amazon (EUA)
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Amazon.comA Revista Autismo ganhou nesta semana sua primeira versão em e-book (livro digital) para Kindle, o mais famoso leitor de livros digitais do planeta. Inicialmente apenas a edição zero está disponível na Amazon (EUA), líder mundial em livros digitais.

Vendida por um preço simbólico, três dólares na Amazon dos Estados Unidos (e por valor semelhante nos demais países, como Austrália e Europa), a revista mais uma vez inova na divulgação de informações relevantes a respeito de autismo em língua portuguesa no mundo e atravessa mais uma barreira contra a desinformação, usando a tecnologia a favor da causa.

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