Dia do Orgulho Autista 2016 lembrou desafio da inclusão
There are no translations available.

Autista estudante da UnB diz que barreiras estão na sociedade. Foto: Silvio Abdon/CLDFCelebrado todo 18 de junho, o Dia do Orgulho Autista foi comemorado neste ano em sessão solene na Câmara Legislativa do Distrito Federal na sexta-feira 17.junho.2016. A solenidade reuniu familiares, pessoas com autismo, educadores e militantes numa celebração cuja mensagem principal foi a da necessidade de inclusão. Implementação dos direitos previstos em leis e preparação das escolas estão entre os desafios.

 

Veja o texto original completo no site da Câmara Legislativa do Distrito Federal — em http://www.cl.df.gov.br/ultimas-noticias/-/asset_publisher/IT0h/content/dia-do-orgulho-autista-lembra-desafio-da-inclusao;jsessionid=C336B1E042AE0EF002A6759CA8ED6136.liferay1?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cl.df.gov.br%2Fultimas-noticias

 
Cientista responde perguntas sobre a primeira empresa de biotecnologia voltada ao autismo
There are no translations available.

Em um vídeo de mais de dez minutos, direto de San Diego (Califórna), nos Estados Unidos, o neurocientista Alysson Muotri respondeu às perguntas que lhe enviamos, a respeito da sua startup, a Tismoo, a primeira empresa de biotecnologia do mundo voltada ao autismo (veja reportagem sobre o lançamento da Tismoo).

 

Assista ao vídeo a seguir e saiba mais sobre esse início da era da medicina personalizada que estamos vivendo:

 

 

Read more...
 
Pesquisa nos EUA indica número alto de autistas: 1 em 45
There are no translations available.

CDC-relatorio

Por Paiva Junior
editor-chefe da Revista Autismo 

 

Uma pesquisa feita com pais nos Estados Unidos indicou mais um número alarmante sobre o autismo: 1 em 45 — entre pessoas de 3 a 17 anos, haveria um autista a cada 45, o que representa uma prevalência de 2,22% naquele país. A pesquisa, feita pelo CDC (Center of Diseases Control and Prevention), do governo estadunidense — órgão próximo do que representa, no Brasil, o Ministério da Saúde —, foi publicada no Relatório Estatístico de Saúde Nacional, com dados de 2014, divulgado no último dia 13 de novembro de 2015. O número oficial, porém, continua sendo 1 em 68 (1,47%), do outro estudo do mesmo CDC, divulgado em março de 2014.

 

Não se deve comparar esse número (1 em 45) com o anterior (1 em 68), pois são metodologias completamente diferentes. A pesquisa divulgada agora é um formulário preenchido pelos pais e não envolve o rigor da pesquisa oficial de prevalência que envolve registros médicos e escolares — aliás, a idade é outra grande diferença: a pesquisa anterior refere-se a crianças com 8 anos de idade; a atual trata de pessoas de 3 a 17 anos. Por outro lado, ela abrange também pessoas que possam não estar sendo tratadas ou frequentando educação especial e, portanto, não identificadas oficalmente como pessoas com TEA (Transtorno do Espectro do Autismo — nome oficial da síndrome).

Read more...
 
Pesquisa nos EUA indica número alto de autistas: 1 em 45
There are no translations available.

CDC-relatorio

Por Paiva Junior
editor-chefe da Revista Autismo 

Uma pesquisa feita com pais nos Estados Unidos indicou mais um número alarmante sobre o autismo: 1 em 45 — entre pessoas de 3 a 17 anos, haveria um autista a cada 45, o que representa uma prevalência de 2,22% naquele país. A pesquisa, feita pelo CDC (Center of Diseases Control and Prevention), do governo estadunidense — órgão próximo do que representa, no Brasil, o Ministério da Saúde —, foi publicada no Relatório Estatístico de Saúde Nacional, com dados de 2014, divulgado no último dia 13 de novembro de 2015. O número oficial, porém, continua sendo 1 em 68 (1,47%), do outro estudo do mesmo CDC, divulgado em março de 2014.

 

Não se deve comparar esse número (1 em 45) com o anterior (1 em 68), pois são metodologias completamente diferentes. A pesquisa divulgada agora é um formulário preenchido pelos pais e não envolve o rigor da pesquisa oficial de prevalência que envolve registros médicos e escolares — aliás, a idade é outra grande diferença: a pesquisa anterior refere-se a crianças com 8 anos de idade; a atual trata de pessoas de 3 a 17 anos. Por outro lado, ela abrange também pessoas que possam não estar sendo tratadas ou frequentando educação especial e, portanto, não identificadas oficalmente como pessoas com TEA (Transtorno do Espectro do Autismo — nome oficial da síndrome).

Read more...
 
Pesquisa da USP sobre Autismo recebe prêmio no Albert Einstein
There are no translations available.

Simpousio_CEJAM_0191Um estudo sobre autismo foi o grande vencedor do 4º Simpósio Científico Internacional CEJAM, nos dias 15 e 16 de outubro de 2015, no auditório do Hospital Albert Einstein. O estudo dos mecanismos biológicos envolvidos no Autismo é um dos objetivos do projeto A Fada do Dente, que apresentou o trabalho científico “Investigação dos fenótipos neuronais envolvidos no Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e na distrofia muscular de Duchenne (DMD)", elaborado por cientistas do laboratório de células-tronco da FMVZ-USP e EACH-USP. O trabalho mostra resultados dos neurônios obtidos a partir da reprogramação de células-tronco da polpa dentária de indivíduos com autismo e DMD.

Read more...
 
Cientistas brasileiros criam startup de biotecnologia para revolucionar o diagnóstico e o tratamento de autismo
There are no translations available.

Paiva Junior,
editor-chefe da Revista Autismo

Empresa pretende auxiliar no entendimento do autismo e outras síndromes

Logotipo da empresa Tismoo

O Brasil terá o primeiro laboratório do mundo exclusivamente dedicado a análises genéticas focadas em perspectivas terapêuticas personalizadas para Transtorno do Espectro do Autismo e outros transtornos neurológicos de origem genética, tais como a Síndrome de Rett, Síndrome de Timothy, Síndrome do X Frágil, Síndrome de Angelman e a Síndrome de Phelan-McDermid, por exemplo. É a Tismoo, com sede em São Paulo (SP), uma startup de biotecnologia idealizada por cientistas brasileiros, que pretende, por meio da modelagem celular e edição genética, criar nova plataforma para a análise funcional das alterações dos genes e, desta forma, desenvolver e testar novos medicamentos em “minicérebros” dos pacientes, produzidos no laboratório, auxiliando a clínica. Veja reportagem e vídeo sobre minicérebros no G1 e o artigo do neurocientista Alysson Muotri, também no G1).

 

Read more...