Andréa Werner lança livro sobre os aprendizados ao lado de seu filho autista
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Quando Theo, o único filho de Andréa Werner, foi diagnosticado com autismo aos dois anos de idade, em 2010, o mundo da jornalista e escritora pareceu ter virado de cabeça para baixo. Ao ouvir do médico que o menino tinha transtorno global do desenvolvimento, a sensação experimentada por ela era semelhante à de um forte soco no estômago.

 

Lagarta-Vira-Pupa-capa-livroCompletamente sem chão, ela só queria saber se ele ficaria curado, se ficaria bem, se iria falar e ser independente. Andréa enfrentava, naquele momento, o mesmo sentimento de impotência e desconhecimento vivido por milhares de mães ao serem informadas que seus filhos têm autismo. Daquele dia até o momento em que decidiu mergulhar fundo no assunto para ajudá-lo de todas as formas possíveis, ela passou por diversas etapas, do quase luto até a descoberta de que existe vida, sim, apesar do autismo.

 

A última delas resultou no livro "Lagarta Vira Pupa – A vida e os aprendizados ao lado de um lindo garotinho autista", lançado neste mês (julho de 2016).“O livro vem para acolher e apoiar principalmente os pais, e isso vai desde a validação de todos os sentimentos vividos no pós-diagnóstico — a negação, a barganha, a aceitação — até uma palavra de conforto para os dias difíceis, terminando em dicas práticas”, explica a autora, ressaltando que sua proposta é de que a obra também seja útil para familiares e profissionais que trabalham com crianças com deficiências ou simplesmente para pessoas que queiram aprender a lidar melhor com a diversidade e criar filhos mais abertos a ela.

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Dia do Orgulho Autista 2016 lembrou desafio da inclusão
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Autista estudante da UnB diz que barreiras estão na sociedade. Foto: Silvio Abdon/CLDFCelebrado todo 18 de junho, o Dia do Orgulho Autista foi comemorado neste ano em sessão solene na Câmara Legislativa do Distrito Federal na sexta-feira 17.junho.2016. A solenidade reuniu familiares, pessoas com autismo, educadores e militantes numa celebração cuja mensagem principal foi a da necessidade de inclusão. Implementação dos direitos previstos em leis e preparação das escolas estão entre os desafios.

 

Veja o texto original completo no site da Câmara Legislativa do Distrito Federal — em http://www.cl.df.gov.br/ultimas-noticias/-/asset_publisher/IT0h/content/dia-do-orgulho-autista-lembra-desafio-da-inclusao;jsessionid=C336B1E042AE0EF002A6759CA8ED6136.liferay1?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cl.df.gov.br%2Fultimas-noticias

 
Cientista responde perguntas sobre a primeira empresa de biotecnologia voltada ao autismo
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Em um vídeo de mais de dez minutos, direto de San Diego (Califórna), nos Estados Unidos, o neurocientista Alysson Muotri respondeu às perguntas que lhe enviamos, a respeito da sua startup, a Tismoo, a primeira empresa de biotecnologia do mundo voltada ao autismo (veja reportagem sobre o lançamento da Tismoo).

 

Assista ao vídeo a seguir e saiba mais sobre esse início da era da medicina personalizada que estamos vivendo:

 

 

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Pesquisa nos EUA indica número alto de autistas: 1 em 45
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CDC-relatorio

Por Paiva Junior
editor-chefe da Revista Autismo 

 

Uma pesquisa feita com pais nos Estados Unidos indicou mais um número alarmante sobre o autismo: 1 em 45 — entre pessoas de 3 a 17 anos, haveria um autista a cada 45, o que representa uma prevalência de 2,22% naquele país. A pesquisa, feita pelo CDC (Center of Diseases Control and Prevention), do governo estadunidense — órgão próximo do que representa, no Brasil, o Ministério da Saúde —, foi publicada no Relatório Estatístico de Saúde Nacional, com dados de 2014, divulgado no último dia 13 de novembro de 2015. O número oficial, porém, continua sendo 1 em 68 (1,47%), do outro estudo do mesmo CDC, divulgado em março de 2014.

 

Não se deve comparar esse número (1 em 45) com o anterior (1 em 68), pois são metodologias completamente diferentes. A pesquisa divulgada agora é um formulário preenchido pelos pais e não envolve o rigor da pesquisa oficial de prevalência que envolve registros médicos e escolares — aliás, a idade é outra grande diferença: a pesquisa anterior refere-se a crianças com 8 anos de idade; a atual trata de pessoas de 3 a 17 anos. Por outro lado, ela abrange também pessoas que possam não estar sendo tratadas ou frequentando educação especial e, portanto, não identificadas oficalmente como pessoas com TEA (Transtorno do Espectro do Autismo — nome oficial da síndrome).

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Pesquisa nos EUA indica número alto de autistas: 1 em 45
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CDC-relatorio

Por Paiva Junior
editor-chefe da Revista Autismo 

Uma pesquisa feita com pais nos Estados Unidos indicou mais um número alarmante sobre o autismo: 1 em 45 — entre pessoas de 3 a 17 anos, haveria um autista a cada 45, o que representa uma prevalência de 2,22% naquele país. A pesquisa, feita pelo CDC (Center of Diseases Control and Prevention), do governo estadunidense — órgão próximo do que representa, no Brasil, o Ministério da Saúde —, foi publicada no Relatório Estatístico de Saúde Nacional, com dados de 2014, divulgado no último dia 13 de novembro de 2015. O número oficial, porém, continua sendo 1 em 68 (1,47%), do outro estudo do mesmo CDC, divulgado em março de 2014.

 

Não se deve comparar esse número (1 em 45) com o anterior (1 em 68), pois são metodologias completamente diferentes. A pesquisa divulgada agora é um formulário preenchido pelos pais e não envolve o rigor da pesquisa oficial de prevalência que envolve registros médicos e escolares — aliás, a idade é outra grande diferença: a pesquisa anterior refere-se a crianças com 8 anos de idade; a atual trata de pessoas de 3 a 17 anos. Por outro lado, ela abrange também pessoas que possam não estar sendo tratadas ou frequentando educação especial e, portanto, não identificadas oficalmente como pessoas com TEA (Transtorno do Espectro do Autismo — nome oficial da síndrome).

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Pesquisa da USP sobre Autismo recebe prêmio no Albert Einstein
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Simpousio_CEJAM_0191Um estudo sobre autismo foi o grande vencedor do 4º Simpósio Científico Internacional CEJAM, nos dias 15 e 16 de outubro de 2015, no auditório do Hospital Albert Einstein. O estudo dos mecanismos biológicos envolvidos no Autismo é um dos objetivos do projeto A Fada do Dente, que apresentou o trabalho científico “Investigação dos fenótipos neuronais envolvidos no Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e na distrofia muscular de Duchenne (DMD)", elaborado por cientistas do laboratório de células-tronco da FMVZ-USP e EACH-USP. O trabalho mostra resultados dos neurônios obtidos a partir da reprogramação de células-tronco da polpa dentária de indivíduos com autismo e DMD.

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